quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
QUERO SER UMA OFICIAL DA CIA
Quem nunca?
Quem nunca quis ser um agente da CIA, a Agência de Inteligência civil do governo norte americano, que atire a primeira pedra.
Me deu mais vontade de trabalhar resolvendo casos e todos os problemas que eles recebem (oi, filmes que mexem com minha cabeça!) quando assisti ao, segundo eu e minha família, melhor seriado já produzido na indústria da TV: Homeland.
Homeland estreou dia 2 de outubro de 2011 no canal americano Showtime (produzido pela FOX), mas eu, como sou lerda, atrasada e descompromissada, só fui me apegar à série agora no final de 2012. Ela é baseada em uma série israelense, a Hatufim, que em inglês é algo como Prisioners of War. O seriado não só tem uma história surpreendentemente incrível, mas também um roteiro sensacional. Aliás, foi isso que me prendeu tanto aos episódios, tanto que quando fui assistir o piloto, devia ser umas 21 horas da noite, e eu não consegui parar de assistir até chegar ao quinto episódio. Ah, férias...
A série conta a história de Carrie Mathison (Claire linda e doida Danes), uma oficial de operações da CIA louquinha e bipolar que passou a acreditar que um fuzileiro americano, o sargento Nicholas Brody (interpretado pelo inglês e ruivo Damian Lewis), que era um antigo prisioneiro de guerra da Al-Qaeda, passou para o lado inimigo e agora, como um terrorista, representa um significativo risco à segurança nacional. Brody é capturado pela Al-Qaeda enquanto lutava pela sua nação e é mantido preso por 8 anos sob tortura de terroristas. Quando o sargento volta aos Estados Unidos e à sua família, tudo muda. 8 anos é um tempo muito grande e muita coisa podia estar diferente, sem contar com uma oficial maluca da CIA afirmando que ele poderia ser um risco ao país inteiro. Mas para Carrie tudo era muito difícil, já que ela não tinha provas e ninguém acreditava em nada que ela dissesse. O negócio é assistir e ver o desenrolar da história, afinal, Brody era ou não era um terrorista? Mas uma coisa eu posso adiantar: os finais dos episódios são tão chocantes e misteriosos que você não vai conseguir parar de assistir.
E pra quem achar que eu tô só puxando saco e bla bla bla, dê só uma olhada nos prêmios que o show vem ganhando. A série foi lançada no final de 2011, e já no Globo de Ouro de 2012 a Claire ganhou como melhor atriz e a série como um todo venceu o prêmio de melhor série drama. No mesmo ano, 4 Emmys foram ganhos: melhor série drama, melhor ator (Damian Lewis), melhor atriz (Claire Danes) e melhor roteiro, dos bons trabalhadores Alex Gansa e Howard Gordon. Ainda em 2012, o viciante seriado ganhou um TCA Awards em melhor novo programa e outro em melhor ator/atriz para a Claire Danes. E agora em 2013 eles ganharam mais 3 globos de ouro, dois iguais aos do ano passado e dessa vez Damian Lewis também levou pra casa um globinho.
O negócio é simples: a série é boa e ponto final.
E foi assim que eu vi as duas temporadas de 12 episódios cada em apenas 3 dias.
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